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terça-feira, 30 de agosto de 2011

"Bullying é coisa séria e tem que ser cuidado", diz Juliana Xavier

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A Bia de Rebelde conversou com o R7 e contou sobre sua experiência na pele de uma personagem vítima de bullying


É, essa palavrinha relativamente nova no Brasil serve para designar uma velha prática entre crianças, adolescentes e até, acredite, adultos. Trata-se da repetição de atos de violência verbal ou física contra um indivíduo, geralmente em desvantagem em relação aos agressores. Mas por que esse nome? Bem, o termo vem do inglês “bully”, que, no bom português, é o famoso “valentão”.

No caso da violência da qual Bia foi vítima, a própria Juliana logo esclarece:

- Ela sofreu um dos tipos mais graves de bullying: apanhou, e com isso ficou retraída.

Realmente, a agressão não foi brincadeira. E um assunto tão sério deve ter dado trabalho para a jovem atriz. Afinal, como foi a preparação para encarnar a personagem? Juliana responde:

- A principio, isso não estava previsto. Assim que soube, procurei entender melhor o assunto. E, para saber como as pessoas que sofrem bullying reagem, li bastante, assisti à reportagens e vi alguns depoimentos de pessoas que sofreram essa violência.

E não é que o tempo dedicado ao estudo do tema deu um bom resultado na telinha? A repercussão foi grande, principalmente nas redes sociais, revelando a importância do tema.

- Converso muito com meus fãs no twitter. Quando a cena da Bia passou, todos ficaram impressionados. Eu fiquei mais impressionada ainda com a quantidade de gente que se identificou com a situação dela. Nós colocamos a tag #diganaoaobullying nos TT's, (Trend Topics, tópicos tendência) e eu conversei com eles sobre a importância de falar sobre o assunto e não deixarem o bullying acontecer.

Não é à toa que o assunto bombou nas redes. Infelizmente, a opressão vivida por Bia é tão comum que a própria Juliana Xavier já sofreu uma forma de bullying:

- Lembro que quando eu era pequena, já fui excluída algumas vezes de grupinhos de amigas por determinado tempo. Não foi nada demais, mas a exclusão pode causar sérios problemas pra quem sofre.

Tais experiências pessoais somadas à preparação realizada por Juliana a gabaritam para aconselhar a pobre Bia, que aos poucos está superando o trauma:

- Diria pra ela seguir a vida dela e, se a agressão acontecesse novamente, diria pra não ter medo de expor a situação e receber ajuda. Bullying é coisa séria e tem que ser cuidado.

Do R7.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Bia (@Julianaa_Xavier) sofre bullying e ameaças de meninas da vila

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Veja uma prévia do capítulo desta segunda-feira (1)

Uma garota liga para a casa de Bia e a ameaça. Ela vai correndo desabafar com Raul, que promete descobrir quem é essa pessoa. Mas o perigo pode vir mais rápido e estar mais perto do que o imaginado.

Não perca, capítulo inédito de Rebelde, hoje ás 20h30.



Do R7.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dadá acaba com a festa de Raul e Bia

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Convidados causam problemas e Lupi não consegue segurar sua mãe


Raul (Lucas Cotrim) e Beatriz (Juliana Xavier) se divertem na casa da Dadá (Zezé Motta). Bia percebe que sua amiga, Patricia está interessada em Ricardo, colega de Raul, e os apresenta.

A festa está bombando, quando João (Michel Gomes) e Vitória (Pérola Faria) chegam. A rebelde quer aproveitar a festa, mas o adolescente prefere jogar vídeogame. Sempre que pode, Dadá vai até a sala para checar a movimentação dos jovens.

Ao ver o filho, ela não perde tempo e pergunta se está tudo tranquilo ali. Vitória e João afirmam que está tudo bem e relembram das reuniões sociais que frequentavam.

Vitória lembra, ainda, que os convidados é que podem causar problemas, mas ninguém dá atenção. Em sintonia, a dupla decide sair da festa para jogar vídeogame .

Todos dançam quando Raul percebe que os amigos Patricia e Ricardo sumiram da festa. Outros convidados começam a conversar com Raul e Bia, que se distraem. Lupi (Rocco Pitanga) chega em casa e cumprimenta os jovens.

Nesse momento, João aparece com Ricardo, descabelado, e Patricia e conta que o casal estava em seu quarto. Bia chama atenção da amiga, que pede desculpas. Dadá acaba com a festa. Bia se desculpa com a mãe, que lhe passa um sermão.

Lupi tenta aliviar o clima dizendo que sempre tem alguém que quer atrapalhar. João também defende a irmã ressaltando que essas coisas acontecem. Dadá diz que a culpa é dos pais por não orientarem os filhos.

Raul e Bia ficam chateados com os amigos. Dada decide ligar para a mãe de Patricia e contar o que aconteceu. Bia implora para que isso não aconteça, pois acredita que a amiga ficará chateada.

Vitória, João e Lupi apóiam Dadá e explicam o perigo para Bia, que fica desanimada.

*A cena está prevista para ir ao ar a partir dessa quarta-feira, dia 20 de julho.

Do R7.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Dadá atrapalha beijo de Bia (@Julianaa_Xavier) e Raul

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Ela fica indignada com o romance entre os dois


Bia chega em casa depois do colégio e percebe que está sozinha, logo em seguida Raul toca a campainha. Bia finge estar de saco cheio do amigo e não dá muita atenção. Tímido, Raul acaba se enrolando para dizer o que realmente sente pela amiga.

Finalmente, Raul se declara e diz que gosta de estar sempre perto da garota, que comemora. Ele, então, pega na mão de Bia e os dois se aproximam para se beijar, quando Dadá entra e os flagra.

Os amigos levam um susto e se afastam.Indignada, Dadá passa um sermão dizendo que são muito novos para beijarem na boca ou ter qualquer tipo de relacionamento.

Ela ainda critica a atitude dos dois por estarem sozinhos em casa.

Bia tenta justificar que seria apenas um selinho, mas Dadá não aceita qualquer tentativa de desculpa.

Raul interrompe e pede a permissão de Dada para namorar Bia. Surpresa, Dada se atrapalha e diz que depois conversa sobre o assunto.

Bia e Raul ficam na expectativa. Depois de enrolar a dupla, Dadá promete conversar com o marido para dar uma resposta final. Alceu apoia a atitude e consente o namoro dos dois, mas avisa que só poderão namorar sob a supervisão dele e de Dadá.

*A cena está prevista para ir ao ar nesta quarta-feira (6).

Rebelde é escrita por Margareth Boury e tem direção geral de Ivan Zettel.

Do R7.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Uma família bem brasileira em #Rebelde é capa da @RevistaRaca

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Grande sucesso na TV em 2011, novela Rebelde, da Record, retrata o negro sem se render a estereótipos


Há dois meses no ar, a novela Rebelde (exibida na Record, de segunda à sexta, às 19h00), escrita por Margareth Boury e dirigida por Ivan Zettel, vem apresentando ótimos índices de audiência, sobretudo, entre o público adolescente. A trama, que narra os conflitos de um grupo de jovens que estuda no internato Elite Way, é a versão brasileira do bem-sucedido folhetim eletrônico mexicano, que durante alguns anos foi também uma verdadeira febre entre adolescentes de toda a América Latina.

E se o bom desempenho da audiência da adaptação nacional já é suficiente para que o elenco envolvido no projeto comemore, para uma parte dele, formado pelos atores Zezé Motta, Antônio Pompêo, Rocco Pitanga, Michel Gomes e Juliana Xavier, há ainda razões mais fortes para celebrar. Interpretando os personagens da família Alves, eles dão vida ao núcleo negro da novela. Mas, o que seria pretexto para a existência de uma enxurrada de estereótipos e, num outro viés, um palanque televisivo para discursos sobre conflitos raciais, a família Alves chama a atenção justamente pelo contrário: é o retrato de uma família típica de classe média, com todos os dramas e as alegrias vividas por milhões de pessoas pelo Brasil afora.

RAÇA BRASIL reuniu os atores que representam a família Alves – a única falta foi a de Michel Gomes, ausente por motivos particulares –, no apartamento da atriz e cantora Zezé Motta, no bairro da Lagoa, zona sul do Rio de Janeiro.

Durante a conversa descontraída, discutimos temas como a evolução e os avanços da presença do negro na teledramaturgia brasileira, mercado de trabalho e o futuro para as novas gerações. “Estou muito feliz e emocionada com este trabalho. Sou do tempo em que o negro nas novelas não tinha família.

"Não precisamos mais de lamúrias e discursos, pois a nossa presença como uma família ‘normal’ na novela rebelde já é, por si só, um ato político" Zezé Motta

Os personagens negros viviam a reboque sem um melhor desenvolvimento nas tramas. O que me emociona neste trabalho é que fizemos parte de um movimento que sempre buscou virar esse jogo e, depois de décadas, estamos colhendo os frutos dessa luta que teve origem na formação do Teatro Experimental do Negro (TEN), passando pela criação do Centro de Documentação do Artista Negro (CIDAN), nos anos 80”, afirma Zezé.

Na trama, Lupi (Rocco Pitanga), João (Michel Gomes) e Beatriz (Juliana Xavier) são filhos de Alceu (Antonio Pompêo) e Dadá (Zezé Motta). De origem humilde, eles conseguem ascender socialmente em função do sucesso do filho mais velho no mercado de tecnologia da informação. A escalada social, porém, não fará com que eles reneguem as suas raízes, já que continuam vivendo no mesmo bairro da periferia. A exceção fica com João, estudante do colégio Elite Way, que não aceita essa situação e, ao longo da trama, vai extravasar essa insatisfação num comportamento rebelde, trazendo problemas, principalmente para a mãe, dona Dadá, caracterizada como uma mulher forte, equilibrada, típico das matriarcas. “O meu personagem tem uma personalidade muito complicada. Primeiro, porque ele quer ser o centro das atenções e, por isso, está sempre em conflitos com a irmã adotiva. Em segundo lugar, ele não suporta a ideia de ter que permanecer morando no subúrbio, principalmente porque Lupi, o irmão mais velho, conseguiu sucesso financeiro na sua profissão, mas a família recusa-se a deixar o bairro de origem”, conta Michel Gomes, sobre o seu personagem.

Além disso, a família passa pelas agruras provocadas pelo alcoolismo do pai, Alceu, drama esse que acomete milhões de famílias brasileiras em todas as classes sociais. Já Bia – adotada pela família Alves – apesar de vaidosa, mostrará que o amor entre pais e filhos independe da questão biológica e étnica.

UM ATO POLÍTICO
Para Antônio Pompêo, ator com mais de três décadas de experiência na televisão, teatro e cinema, a novela Rebelde sinaliza uma tendência que é extremamente benéfica para os atores negros brasileiros, pois demonstra que os papéis podem ser interpretados sem ter aquela trama específica na qual seja tratada a temática de conflitos raciais. “Isso é, sem dúvida, uma evolução. Nós estamos provando que podemos estar em qualquer papel, sem ficar em discursos. O meu personagem, por exemplo, é alcoólatra, mas esse não é um problema específico de uma classe social, de uma raça ou de idade. Na própria novela, o alcoolismo é vivido por um jovem branco de classe média alta”, disse Pompêo. O ótimo entrosamento entre os atores também foi ressaltado por ele, o que ajuda a dar mais força na hora de gravar as cenas. “A gente já chega ‘azeitado’ nas cenas. Há muito entrosamento. Entramos com um astral muito bom, com o texto passado e decorado”, comenta.

Rocco Pitanga concorda com o colega e se mostrou feliz pela repercussão que a família vem tendo com o público. “Pessoas de todo o tipo me param na rua e dizem que se identificavam com os personagens, conhecem pessoas que vivem esse drama e isso tem muito a ver com que o Pompêo falou, que nós atores negros somos capazes de interpretar qualquer tipo de papel. Afinal, escrever para atores negros não tem que ser uma coisa anormal. Vivemos o mesmo cotidiano que qualquer outra pessoa e não ficamos falando de racismo o tempo inteiro. E o bom é que a novela mostra isso bem.” Para o ator, é muito grande a satisfação de ser referência para vários meninos negros que acompanham a novela.

“Na minha época eu não tinha tantos personagens como o Lupi. Hoje sei que muitos meninos que nos assistem vão se inspirar e se tornar um profissional bem sucedido em informática. Aliás, eu mesmo tenho aprendido muito sobre este mundo por intermédio deste personagem”, avalia.

Zezé faz questão de lembrar que negros e negras estão conseguindo espaços em várias áreas da sociedade, inclusive no ramo da publicidade e que a revista RAÇA BRASIl tem um importante papel nesse processo. “Antes não havia negros em capas de revistas e hoje várias outras publicações já perceberam que negro vende. Então, não precisamos mais de lamúrias e discursos, pois a nossa presença como uma família ‘normal’ na novela Rebelde já é, por si só, um ato político. E as coisas estão caminhando, apesar de sabermos que ainda há muitos desafios pela frente”, explica a veterana atriz.

“O PÚBLICO É QUE DETERMINA”
Nossos entrevistados observam, de uma forma geral, que o futuro para o ator negro no Brasil parece ser bem mais promissor, porém, para que não haja um revés nesse processo, Pompêo alerta que esta boa fase não pode ser passageira e pede para que o público se manifeste de forma ampla. “O público é que determina. Se ele não cobrar de forma permanente, essa onda passa. Por isso, é preciso que o espectador que está acompanhando e gostando da nossa participação se manifeste pela internet, pelas mídias sociais e marque posição em relação a uma maior participação de atores negros nas novelas brasileiras.”

A esperança de Rocco Pitanga é que a discussão sobre a participação do negro na televisão não exista mais daqui há 50 anos. “Iremos refletir como foi o passado e o processo no qual passamos para chegarmos e alcançarmos o nosso objetivo maior”, diz o intérprete de Lupi. Juliana Xavier – a caçula da família na trama e também entre o time de atores – torce para que as previsões de Rocco se concretizem. “Esta entrevista foi muito válida. Como o nosso tempo é corrido, pois temos que gravar, estudar e decorar textos, nunca tivemos tempo para falar sobre o assunto. Mas tenho aprendido bastante e fico muito feliz em testemunhar e fazer parte desta historia de luta.”

E tão importante quanto pensar no futuro é poder olhar o passado com olhos de aprendiz e relembrar a longa caminhada que atores e atrizes negros trilharam até chegar nesse favorável estágio atual, principalmente para os mais experientes. “Quando, há mais de trinta anos, eu, um ‘capiau’ deixei o interior de São Paulo para me tornar ator, muita gente disse que esse seria um sonho impossível de ser realizado. Hoje, posso dizer que sou um ator realizado e agradeço aos meus orixás por isso”, comenta Pompêo. Zezé Motta arremata: “Fico muito contente em meus 66 anos de idade, em ver esta mudança e, ainda estar na ativa, com saúde e prestígio. Por isso, só tenho o que celebrar”, comemora.

Para o jovem Michel Gomes, a participação de atores negros em novelas vem melhorando, não só em quantidade, mas também em qualidade nos papéis. “No meu caso, tenho encarado com muita alegria o meu personagem, pois ele foge do estereótipo que muitos atores negros tiveram que interpretar no passado; escravo, bandido, favelado, porteiro, cozinheira etc. Ele mesmo, quando foi protagonista do filme Última Parada 174, ficou com receio de que só poderia interpretar bandidos, porém, fez uma novela na Globo, Viver a Vida, como um jovem de classe média e, agora na Record, como João, juntamente com outros atores negros. “Isso significa que está tendo melhor oferta de trabalhos para nós. E a novela Rebelde está mostrando isso, mostrando em cena uma família inteira composta por negros sem estereotipá-los.”

OUTROS TEMPOS, OUTRAS LUTAS
Os desafios para a inclusão do ator negro foram, com certeza, bem diferentes daqueles enfrentados por atores da geração de Zezé Motta e Antonio Pompêo. Ela lembra que nos anos 70 não conseguia projeção nem mesmo em fotonovelas. Anos mais tarde, em 1984, Zezé causou grande furor ao interpretar uma paisagista que se envolve numa relação interracial na novela Corpo a Corpo, de Gilberto Braga. Na ocasião, a atriz sentiu na pele a reação negativa por parte da audiência. “As pessoas se assustam muito com o novo.

Lembro das péssimas reações do público, que chegava a enviar cartas ofensivas para mim, ao ator Marcos Paulo (com quem fazia par romântico) e à direção da Globo”, relembra Zezé. Corpo a Corpo foi a primeira novela que retratou uma família negra de classe média – a abordagem só foi aparecer novamente em uma trama na televisão brasileira dez anos depois em A Próxima Vítima, escrita por Silvio de Abreu. Zezé conta que durante o tempo de exibição de Corpo a Corpo começou a pensar em maneiras de reverter este quadro. “Eu percebia que nas novelas não se permitiam colocar dois atores negros interpretando personagens com o mesmo papel de destaque. Se eu estivesse numa novela, outra atriz não poderia estar e vice-versa. Foi então que lembrei da frase da Lélia Gonzalez (importante ativista do movimento negro): ‘Não temos tempo para lamúrias, temos que arregaçar as mangas e fazer alguma coisa para mudar isso’.

Comecei a fazer um arquivo de atores negros. Nós, do movimento, chegamos à conclusão que tínhamos que nos organizar e não ficar esperando por uma atitude paternalista. Então, em 1984, criamos o Centro de Informação e Documentação do Artista Negro (CIDAN), que hoje conta com cerca de 500 atores associados”, explica a atriz. Um dos mais importantes projetos implementado pelo CIDAN é o Curso de Arte Dramática nas comunidades. Chamado de A Arte de Representar a Dignidade, o curso não se restringe à formação de atores. Leva também conceitos de cidadania aos jovens de comunidades carentes como Mangueira, Macaco e Andaraí, Gamboa, Cantagalo, Pavão-Pavãozinho e Cruzada São Sebastião. Na avaliação de Zezé, a importância do projeto reside no fato de existirem inúmeros talentos que podem ser perdidos por falta de oportunidades.

"Quando se fala em qualificar o jovem para o mercado de trabalho, sempre fazem menção a diversas profissões técnicas, mas se esquecem de falar da profissão de ator"


“Eu mesma, se não tivesse conseguido uma bolsa de estudos no Tablado (conceituado curso de formação de atores carioca), provavelmente não teria 40 anos de carreira.” A atriz enfatiza que cursos de arte dramática precisam ser encarados como centros de capacitação profissional. “Quando se fala em qualificar o jovem para o mercado de trabalho, sempre fazem menção a diversas profissões técnicas, mas se esquecem de falar da profissão de ator”, lamenta. Atualmente, o A Arte de Representar a Dignidade está parado por falta de patrocínio. Antônio Pompêu argumenta que o CIDAN nasceu por uma necessidade de incluir atores negros na televisão, nos comerciais e na mídia em geral, porém a situação mudou.

“Verificamos que o mercado está muito saturado, ou seja, há mais oferta do que demanda. Então, resolvemos ampliar o leque, pois sabemos que muitos deles não conseguirão entrar e não seria interessante para nós que esses jovens saíssem do universo da dramaturgia. Por isso, estamos trabalhando para que haja curso de maquiador, iluminador, contra-regra e outras funções para que esse jovem negro consiga ser inserido no meio totalmente capacitado”, conclui o ator, atual presidente do CIDAN.

Da Revista Raça Brasil.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Confira o #Twitcam de @PerolaFaria @CarlaDiaz_ @Julianaa_Xavier e @Mari_Cysne

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Juliana Xavier (@Julianaa_Xavier) faz aulas de tecido

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Atriz disse que faz as aulas porque sempre gostou

Juliana Xavier está no ar em Rebelde, da Record e, apesar do ritmo de gravações, a atriz não deixa de dar prosseguimento às atividades que sempre gostou de fazer. Em conversa com O Fuxico, a atriz revelou que está fazendo aula de tecido, mas não tem nada a ver com o seu personagem:

“Sempre gostei de fazer tecido. Sempre gostei de malhar, fazer exercício mais pesado. Não tem nada a ver com a novela, comecei a fazer tecido porque gosto mesmo. É uma delícia participar das aulas, me sinto renovada quando faço”, revelou.

Para concluir, a atriz comentou que está feliz por estar no ar na Record e seu irmão também: “estou em um momento muito feliz. Estou gravando Rebelde, meu irmão também está gravando para a Vidas em Jogo. Nós também ainda vamos fazer teatro juntos esse ano. Estou muito feliz mesmo”, concluiu ela, que é irmã de Ricky Tavares.

De OFuxico.

sábado, 30 de abril de 2011

Beth interrompe conversa de Raul e Beatriz

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Os dois desconversam e ficam desconfiados deque ela ouviu o papo



Raul (Lucas Cotrim) e Beatriz (Juliana Xavier) conversam enquanto estudam matemática. Ao explicar para a amiga como resolver um problema, Raul nota que ela não está prestando atenção e pergunta o que está acontecendo. Beatriz explica que uma colega da escola está ficando com um menino. O filho de Beth (Claudia Lira) pergunta se ela gosta do menino e ela afirma que não. Raul aproveita e pergunta a Beatriz se ela já ficou com alguém. Ela diz que isso não é da conta dele. O estudante, então, sugere que eles voltem a estudar, mas a adolescente, curiosa, pergunta se ele já ficou com alguém. Acuado, Raul responde que sim e pergunta por que ela quer saber. A irmã de Lupi (Rocco Pitanga) chama o amigo de mentiroso e ele retruca, afirmando que já beijou várias vezes. Ao ser questionado sobre a menina que ele beijou, Raul diz que ela não a conhece.

Beth, que estava ouvindo tudo, entra na sala para interromper, pois não gosta do rumo da conversa. A modista pergunta aos dois como estão os estudos e, sem graça, Raul fala que está tudo bem. Beatriz complementa, contando que eles estão estudando “m.m.c”. Os dois ficam desconfiados de que ela ouviu o papo.

Beth avisa que estava pensando em fazer alguma coisa para eles comerem e pergunta se estão com fome. Raul diz que está faminto e os três seguem para a cozinha para preparar o lanche.

Rebelde é escrita por Margareth Boury e tem direção geral de Ivan Zettel.

A cena está prevista para ir na próxima segunda-feira, dia 02 de maio, em Rebelde.

Do R7.

domingo, 20 de março de 2011

Juliana Xavier será filha de Zezé Motta em Rebelde

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Zezé Motta volta às novelas como uma mãezona, daquelas bem tradicionais. Em Rebelde, da Record, que estreia na próxima segunda-feira (21), às 19h, a atriz dá vida à Dalva, mais conhecida como Dadá, a matriarca da família Alves.

Ela vive com o marido, Alceu (Antônio Pompeu), e os três filhos: Lupi (Rocco Pitanga), Beatriz (Juliana Xavier) - que é adotiva - e João (Michel Gomes).

Em conversa com O Fuxico, Juliana Xavier disse que está com grande expectativa para a nova trama: “são as melhores expectativas para a novela. A família que estou gravando é muito legal e estou com uma química muito grande com os atores”, revelou.

Rebelde é escrita por Margareth Boury e tem a direção-geral de Ivan Zettel.

De OFuxico.