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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Dadá investe em seu novo empreendimento e deixa Alceu chateado

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Parceria com Ofélia faz mãe de Lupi mais independente


Animada, Dadá termina os preparativos para as palestras que Ofélia dará sobre relacionamentos, enquanto Alceu observa tudo, chateado. Dadá percebe que o marido não gosta da ideia de ter esses eventos dentro de casa e decide usar uma das táticas que aprendeu com Ofélia. Ela começa a levantar várias placas indicando a Alceu o que ele deve fazer. Ao ver a cena, o pai de Lupi fica ainda mais irritado e pergunta a sua mulher se ela está ficando maluca. Dadá explica que as placas são para facilitar a comunicação entre eles. A cada explicação dela Alceu fica mais furioso e, quanto mais furioso ele fica, mais Dadá se diverte com a situação.

A mãe de João, Beatriz e Lupi abriu uma sociedade com Ofélia e, desde então, ela tem menos tempo para cuidar de sua casa. Alceu sente ciúmes da independência da mulher e tenta convencê-la de todas as maneiras a desistir do novo empreendimento, mas a nova empresária está animada e prevê sucesso para seu negócio.

A cena está prevista para ir ao ar no capítulo de terça-feira (16).

Do R7.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

"Seria maravilhoso o Alceu dar a volta por cima", diz ator

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Antonio Pompêo quer que seu personagem volte a trabalhar com música


Alceu é um personagem marcante. Os problemas com o alcoolismo afetam sua família e interferem, principalmente, na relação dele com o filho caçula, João, que tem vergonha do pai alcoólatra.
Interpretar Alceu é um grande desafio para o ator Antonio Pompêo. Ele afirma que o fato da novela ser voltada para o público jovem o fez construir o personagem de maneira mais leve, mesmo sendo um alcoólatra.

- Fiquei preocupado em não pesar muito a mão e deixá-lo aberto a possibilidades. É um desafio, mas a resposta está sendo boa, porque é uma boa causa essa discussão sobre o alcoolismo.

Para Antonio, a grande força de Alceu está na família, já que até João está aceitando melhor a condição do pai e querendo que ele se cure. Mas o personagem deve passar por nova provação, que é trabalhar no bar do Genaro.

- Vai ter esse conflito, porque ele fica pouco tempo na clínica e continua o tratamento indo às reuniões do AA (Alcoólicos Anônimos), mas vai começar a trabalhar no bar e ver as pessoas bebendo. Será um conflito grande para ele e vai ser difícil saber o que vai acontecer.

Sobre a repercussão do personagem junto ao público, o ator comenta que está sendo muito forte. De acordo com ele, as pessoas sempre falam com ele sobre o problema do alcoolismo.

- O público chega porque é comum nas famílias esse problema e as pessoas não sabem como tratar. Então, a novela está prestando um serviço. Ela ajuda a divulgar como deve ser tratado o problema do alcoolismo.

A relação de Alceu com a música também é lembrada. O personagem é frustrado, por não ter alcançado o sucesso como músico. Para Antonio Pompêo, se Alceu voltasse a tocar seria maravilhoso.

- Seria muito bom dar a volta por cima e voltar a trabalhar com música. Até porque o Alceu é um cara pra cima, mesmo com os problemas, ele não é amargo. Mas vamos ver o que vai acontecer.

Do R7.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Alceu, muito feliz, atende sua família no Bar do Genaro

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Raul aproveita as famílias reunidas e faz um pedido


Alceu, que está cuidando do Bar do Genaro, atende a família muito feliz. Cada um pede a sua bebida e o novo gerente do restaurante faz um sinal para um garçom levar os cardápios.

Beth comenta com Alceu, Dadá, Beatriz e Raul que é muito bom estar com eles. Raul aproveita a oportunidade e decide fazer um pedido.

Nesse instante, Alceu chega com as bebidas e, enquanto todos decidem o que vão comer, o irmão de Pedro pergunta se pode levar Bia ao cinema.

A menina se afunda atrás do cardápio, cheia de vergonha, e Dadá pergunta onde eles vão assistir a um filme. Raul responde que eles querem ir ao shopping que fica perto de casa e Bia complementa que eles podem ir andando.

Dadá diz que é muito perigoso e Beth se encarrega de levar e buscar os dois, afinal é muito mais seguro eles irem com um adulto.
A mãe de Bia olha para Alceu, que concorda em deixar a filha sair com o amigo e diz aos adolescentes que eles podem sair, mas tem que ser sábado à tarde. Raul e Bia ficam muito felizes e comemoram.

A cena está prevista para ir ao ar dia 29 de junho.

Do R7.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Uma família bem brasileira em #Rebelde é capa da @RevistaRaca

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Grande sucesso na TV em 2011, novela Rebelde, da Record, retrata o negro sem se render a estereótipos


Há dois meses no ar, a novela Rebelde (exibida na Record, de segunda à sexta, às 19h00), escrita por Margareth Boury e dirigida por Ivan Zettel, vem apresentando ótimos índices de audiência, sobretudo, entre o público adolescente. A trama, que narra os conflitos de um grupo de jovens que estuda no internato Elite Way, é a versão brasileira do bem-sucedido folhetim eletrônico mexicano, que durante alguns anos foi também uma verdadeira febre entre adolescentes de toda a América Latina.

E se o bom desempenho da audiência da adaptação nacional já é suficiente para que o elenco envolvido no projeto comemore, para uma parte dele, formado pelos atores Zezé Motta, Antônio Pompêo, Rocco Pitanga, Michel Gomes e Juliana Xavier, há ainda razões mais fortes para celebrar. Interpretando os personagens da família Alves, eles dão vida ao núcleo negro da novela. Mas, o que seria pretexto para a existência de uma enxurrada de estereótipos e, num outro viés, um palanque televisivo para discursos sobre conflitos raciais, a família Alves chama a atenção justamente pelo contrário: é o retrato de uma família típica de classe média, com todos os dramas e as alegrias vividas por milhões de pessoas pelo Brasil afora.

RAÇA BRASIL reuniu os atores que representam a família Alves – a única falta foi a de Michel Gomes, ausente por motivos particulares –, no apartamento da atriz e cantora Zezé Motta, no bairro da Lagoa, zona sul do Rio de Janeiro.

Durante a conversa descontraída, discutimos temas como a evolução e os avanços da presença do negro na teledramaturgia brasileira, mercado de trabalho e o futuro para as novas gerações. “Estou muito feliz e emocionada com este trabalho. Sou do tempo em que o negro nas novelas não tinha família.

"Não precisamos mais de lamúrias e discursos, pois a nossa presença como uma família ‘normal’ na novela rebelde já é, por si só, um ato político" Zezé Motta

Os personagens negros viviam a reboque sem um melhor desenvolvimento nas tramas. O que me emociona neste trabalho é que fizemos parte de um movimento que sempre buscou virar esse jogo e, depois de décadas, estamos colhendo os frutos dessa luta que teve origem na formação do Teatro Experimental do Negro (TEN), passando pela criação do Centro de Documentação do Artista Negro (CIDAN), nos anos 80”, afirma Zezé.

Na trama, Lupi (Rocco Pitanga), João (Michel Gomes) e Beatriz (Juliana Xavier) são filhos de Alceu (Antonio Pompêo) e Dadá (Zezé Motta). De origem humilde, eles conseguem ascender socialmente em função do sucesso do filho mais velho no mercado de tecnologia da informação. A escalada social, porém, não fará com que eles reneguem as suas raízes, já que continuam vivendo no mesmo bairro da periferia. A exceção fica com João, estudante do colégio Elite Way, que não aceita essa situação e, ao longo da trama, vai extravasar essa insatisfação num comportamento rebelde, trazendo problemas, principalmente para a mãe, dona Dadá, caracterizada como uma mulher forte, equilibrada, típico das matriarcas. “O meu personagem tem uma personalidade muito complicada. Primeiro, porque ele quer ser o centro das atenções e, por isso, está sempre em conflitos com a irmã adotiva. Em segundo lugar, ele não suporta a ideia de ter que permanecer morando no subúrbio, principalmente porque Lupi, o irmão mais velho, conseguiu sucesso financeiro na sua profissão, mas a família recusa-se a deixar o bairro de origem”, conta Michel Gomes, sobre o seu personagem.

Além disso, a família passa pelas agruras provocadas pelo alcoolismo do pai, Alceu, drama esse que acomete milhões de famílias brasileiras em todas as classes sociais. Já Bia – adotada pela família Alves – apesar de vaidosa, mostrará que o amor entre pais e filhos independe da questão biológica e étnica.

UM ATO POLÍTICO
Para Antônio Pompêo, ator com mais de três décadas de experiência na televisão, teatro e cinema, a novela Rebelde sinaliza uma tendência que é extremamente benéfica para os atores negros brasileiros, pois demonstra que os papéis podem ser interpretados sem ter aquela trama específica na qual seja tratada a temática de conflitos raciais. “Isso é, sem dúvida, uma evolução. Nós estamos provando que podemos estar em qualquer papel, sem ficar em discursos. O meu personagem, por exemplo, é alcoólatra, mas esse não é um problema específico de uma classe social, de uma raça ou de idade. Na própria novela, o alcoolismo é vivido por um jovem branco de classe média alta”, disse Pompêo. O ótimo entrosamento entre os atores também foi ressaltado por ele, o que ajuda a dar mais força na hora de gravar as cenas. “A gente já chega ‘azeitado’ nas cenas. Há muito entrosamento. Entramos com um astral muito bom, com o texto passado e decorado”, comenta.

Rocco Pitanga concorda com o colega e se mostrou feliz pela repercussão que a família vem tendo com o público. “Pessoas de todo o tipo me param na rua e dizem que se identificavam com os personagens, conhecem pessoas que vivem esse drama e isso tem muito a ver com que o Pompêo falou, que nós atores negros somos capazes de interpretar qualquer tipo de papel. Afinal, escrever para atores negros não tem que ser uma coisa anormal. Vivemos o mesmo cotidiano que qualquer outra pessoa e não ficamos falando de racismo o tempo inteiro. E o bom é que a novela mostra isso bem.” Para o ator, é muito grande a satisfação de ser referência para vários meninos negros que acompanham a novela.

“Na minha época eu não tinha tantos personagens como o Lupi. Hoje sei que muitos meninos que nos assistem vão se inspirar e se tornar um profissional bem sucedido em informática. Aliás, eu mesmo tenho aprendido muito sobre este mundo por intermédio deste personagem”, avalia.

Zezé faz questão de lembrar que negros e negras estão conseguindo espaços em várias áreas da sociedade, inclusive no ramo da publicidade e que a revista RAÇA BRASIl tem um importante papel nesse processo. “Antes não havia negros em capas de revistas e hoje várias outras publicações já perceberam que negro vende. Então, não precisamos mais de lamúrias e discursos, pois a nossa presença como uma família ‘normal’ na novela Rebelde já é, por si só, um ato político. E as coisas estão caminhando, apesar de sabermos que ainda há muitos desafios pela frente”, explica a veterana atriz.

“O PÚBLICO É QUE DETERMINA”
Nossos entrevistados observam, de uma forma geral, que o futuro para o ator negro no Brasil parece ser bem mais promissor, porém, para que não haja um revés nesse processo, Pompêo alerta que esta boa fase não pode ser passageira e pede para que o público se manifeste de forma ampla. “O público é que determina. Se ele não cobrar de forma permanente, essa onda passa. Por isso, é preciso que o espectador que está acompanhando e gostando da nossa participação se manifeste pela internet, pelas mídias sociais e marque posição em relação a uma maior participação de atores negros nas novelas brasileiras.”

A esperança de Rocco Pitanga é que a discussão sobre a participação do negro na televisão não exista mais daqui há 50 anos. “Iremos refletir como foi o passado e o processo no qual passamos para chegarmos e alcançarmos o nosso objetivo maior”, diz o intérprete de Lupi. Juliana Xavier – a caçula da família na trama e também entre o time de atores – torce para que as previsões de Rocco se concretizem. “Esta entrevista foi muito válida. Como o nosso tempo é corrido, pois temos que gravar, estudar e decorar textos, nunca tivemos tempo para falar sobre o assunto. Mas tenho aprendido bastante e fico muito feliz em testemunhar e fazer parte desta historia de luta.”

E tão importante quanto pensar no futuro é poder olhar o passado com olhos de aprendiz e relembrar a longa caminhada que atores e atrizes negros trilharam até chegar nesse favorável estágio atual, principalmente para os mais experientes. “Quando, há mais de trinta anos, eu, um ‘capiau’ deixei o interior de São Paulo para me tornar ator, muita gente disse que esse seria um sonho impossível de ser realizado. Hoje, posso dizer que sou um ator realizado e agradeço aos meus orixás por isso”, comenta Pompêo. Zezé Motta arremata: “Fico muito contente em meus 66 anos de idade, em ver esta mudança e, ainda estar na ativa, com saúde e prestígio. Por isso, só tenho o que celebrar”, comemora.

Para o jovem Michel Gomes, a participação de atores negros em novelas vem melhorando, não só em quantidade, mas também em qualidade nos papéis. “No meu caso, tenho encarado com muita alegria o meu personagem, pois ele foge do estereótipo que muitos atores negros tiveram que interpretar no passado; escravo, bandido, favelado, porteiro, cozinheira etc. Ele mesmo, quando foi protagonista do filme Última Parada 174, ficou com receio de que só poderia interpretar bandidos, porém, fez uma novela na Globo, Viver a Vida, como um jovem de classe média e, agora na Record, como João, juntamente com outros atores negros. “Isso significa que está tendo melhor oferta de trabalhos para nós. E a novela Rebelde está mostrando isso, mostrando em cena uma família inteira composta por negros sem estereotipá-los.”

OUTROS TEMPOS, OUTRAS LUTAS
Os desafios para a inclusão do ator negro foram, com certeza, bem diferentes daqueles enfrentados por atores da geração de Zezé Motta e Antonio Pompêo. Ela lembra que nos anos 70 não conseguia projeção nem mesmo em fotonovelas. Anos mais tarde, em 1984, Zezé causou grande furor ao interpretar uma paisagista que se envolve numa relação interracial na novela Corpo a Corpo, de Gilberto Braga. Na ocasião, a atriz sentiu na pele a reação negativa por parte da audiência. “As pessoas se assustam muito com o novo.

Lembro das péssimas reações do público, que chegava a enviar cartas ofensivas para mim, ao ator Marcos Paulo (com quem fazia par romântico) e à direção da Globo”, relembra Zezé. Corpo a Corpo foi a primeira novela que retratou uma família negra de classe média – a abordagem só foi aparecer novamente em uma trama na televisão brasileira dez anos depois em A Próxima Vítima, escrita por Silvio de Abreu. Zezé conta que durante o tempo de exibição de Corpo a Corpo começou a pensar em maneiras de reverter este quadro. “Eu percebia que nas novelas não se permitiam colocar dois atores negros interpretando personagens com o mesmo papel de destaque. Se eu estivesse numa novela, outra atriz não poderia estar e vice-versa. Foi então que lembrei da frase da Lélia Gonzalez (importante ativista do movimento negro): ‘Não temos tempo para lamúrias, temos que arregaçar as mangas e fazer alguma coisa para mudar isso’.

Comecei a fazer um arquivo de atores negros. Nós, do movimento, chegamos à conclusão que tínhamos que nos organizar e não ficar esperando por uma atitude paternalista. Então, em 1984, criamos o Centro de Informação e Documentação do Artista Negro (CIDAN), que hoje conta com cerca de 500 atores associados”, explica a atriz. Um dos mais importantes projetos implementado pelo CIDAN é o Curso de Arte Dramática nas comunidades. Chamado de A Arte de Representar a Dignidade, o curso não se restringe à formação de atores. Leva também conceitos de cidadania aos jovens de comunidades carentes como Mangueira, Macaco e Andaraí, Gamboa, Cantagalo, Pavão-Pavãozinho e Cruzada São Sebastião. Na avaliação de Zezé, a importância do projeto reside no fato de existirem inúmeros talentos que podem ser perdidos por falta de oportunidades.

"Quando se fala em qualificar o jovem para o mercado de trabalho, sempre fazem menção a diversas profissões técnicas, mas se esquecem de falar da profissão de ator"


“Eu mesma, se não tivesse conseguido uma bolsa de estudos no Tablado (conceituado curso de formação de atores carioca), provavelmente não teria 40 anos de carreira.” A atriz enfatiza que cursos de arte dramática precisam ser encarados como centros de capacitação profissional. “Quando se fala em qualificar o jovem para o mercado de trabalho, sempre fazem menção a diversas profissões técnicas, mas se esquecem de falar da profissão de ator”, lamenta. Atualmente, o A Arte de Representar a Dignidade está parado por falta de patrocínio. Antônio Pompêu argumenta que o CIDAN nasceu por uma necessidade de incluir atores negros na televisão, nos comerciais e na mídia em geral, porém a situação mudou.

“Verificamos que o mercado está muito saturado, ou seja, há mais oferta do que demanda. Então, resolvemos ampliar o leque, pois sabemos que muitos deles não conseguirão entrar e não seria interessante para nós que esses jovens saíssem do universo da dramaturgia. Por isso, estamos trabalhando para que haja curso de maquiador, iluminador, contra-regra e outras funções para que esse jovem negro consiga ser inserido no meio totalmente capacitado”, conclui o ator, atual presidente do CIDAN.

Da Revista Raça Brasil.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Alceu volta da clínica e tenta convencer Dadá de que está bem

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Ele confessa que, por causa do álcool, a vida dele tinha perdido o controle


Alceu volta para casa e Dadá confessa ao marido que ainda está insegura em relação à sua reabilitação. Ele demonstra estar se sentindo muito bem, mas Dadá comenta que ele voltou muito cedo e pergunta por que ele quis sair da clínica. Alceu diz que estava morrendo de saudades da família e afirma que o lugar dele é em casa.

Ele pega o caderno que usava na clínica, explica para a esposa que isso era seu diário e entrega a ela. Dadá folheia o caderno e pergunta se ele acha que ela vai acreditar nele depois de ler o que está escrito. Alceu revela que hoje sabe que por causa do álcool a vida dele tinha perdido o controle.

Ele explica ainda, que no caderno está registrada a primeira vez que ele admitiu que é impotente perante ao álcool.

Beatriz entra na sala e corre para abraçar o pai. Muito feliz, a menina diz que é muito bom tê-lo em casa de novo.

Dadá olha para Alceu e deixa claro que sofreu muito e que a confiança dela não está em um caderninho de sentimentos. Alceu entende Dadá e diz que tudo acontecerá no devido tempo. Ele pega a mão da esposa, que o encara, mas não confia nele. Beatriz permanece perto dos pais.

*A cena está prevista para ir ao ar na próxima segunda-feira (20).

Do R7.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Alceu é obrigado pela família a se internar para se tratar

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Lupi diz que o vexame deve servir como incentivo para o tratamento



Depois de fazer um escândalo no colégio Elite Way, Alceu é obrigado pela família a se internar em um clínica para tratamento. Dadá não conseguiu aceitar de jeito nenhum o barraco que o marido fez e, antes de encaminhá-lo para uma clínica, o expulsa de casa.

Genaro chega a convidar o amigo para passar uns tempos em sua casa, mas Lupi diz que o pai terá que se entender com a família. O italiano incentiva o amigo a fazer o tratamento e ressalta que não é vergonha alguma se internar. Alceu morre de vergonha e não tem coragem de levantar a cabeça.

Lupi diz que o vexame que o pai aprontou deve servir como incentivo para o tratamento. Beatriz lamenta o ocorrido e fica triste por ter que se afastar do pai. Dadá consola a filha, dizendo que não dá mais para controlar as bebedeiras de Alceu e que, por isso, a internação será melhor para todos.

O filho mais velho de Alceu prepara a mala do pai e Bia pede para ele levar o tratamento a sério e fazer tudo direito, conforme o médico pedir. Ele se emociona e promete seguir todas as regras. Muito sensibilizada com a situação, a família se despede emocionada. Beth e Raul consolam Dadá e Bia, que não escondem a tristeza e a angústia que estão sentindo. Bia não consegue parar de chorar e Raul, em um bonito gesto de amizade, abraça a amiga tentando confortá-la.

A cena está prevista para ir ao na próxima quinta-feira, dia 26 de maio.

Do R7.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Bêbado, Alceu faz escândalo no portão do colégio

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Embriagado, Alceu dá vexame na frente de todos no colégio



Completamente bêbado, Alceu (Antonio Pompêo) faz discurso na frente do portão do colégio Elite Way. Ele afirma que é melhor que todos e ressalta que as pessoas que circulam por ali são metidas.

Alceu aponta para os alunos que estão chegando ao colégio, deixando-os constrangidos e envergonhados. O marido de Dadá (Zezé Motta) está tão bêbado que chega a pegar alguns trocados do bolso da calça, dizendo ter muito dinheiro. Ele grita que é o melhor pai do mundo para João (Michel Gomes) e o escândalo chama a atenção de todos.

Um grupinho se forma na frente do colégio para ver as consequências do barraco. Diego (Arthur Aguiar) fica perplexo com a cena e sai sem que ninguém perceba. Alceu fica cada vez mais alterado e faz chacota de um professor.

Diego conta a João (Michel Gomes) sobre a confusão e o menino morre de vergonha. Pingo (Sylvio Meanda) escuta o final da conversa e se sente culpado por não ter avisado Dadá sobre a saída de Alceu. João liga para Lupi (Rocco Pitanga) pedindo ajuda e, em seguida, é incentivado por Duda (Mariana Cysni) a enfrentar a situação.

Com muito cuidado, Artur (Daniel Erthal) tenta controlar Alceu. O pai de João avança contra o professor, que, ao tentar recuar, acaba caindo. Débora (Lisandra Paredes), bastante aflita, não faz ideia de como deve lidar com o “bêbado”.

Vicente (Eduardo Pires) abraça Alceu e o convida para uma conversa. Mais calmo, Alceu segue com o professor de literatura para a enfermaria e Lupi procura pelo pai, angustiado. Após o escândalo, Jonas (Floriano Peixoto) apoia o professor de informática, enquanto Artur faz questão de provocá-lo.

*A cena está prevista para ir ao na próxima quarta-feira, dia 25 de maio.

Do R7.

sábado, 14 de maio de 2011

Alceu aparece bêbado na casa de Genaro

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Lupi chega e leva o pai para casa



Genaro socorre o amigo Alceu, que aparece bêbado em sua casa. Mais uma vez, o marido de Dadá não se controlou e acabou abusando da bebida. Diante da situação, Genaro, incomodado, ameaça chamar Dadá. Mas Alceu pede para ele deixar a esposa fora dessa história. O pai de Lupi deixa claro para o italiano que irá dormir na casa dele.

Genaro prepara um café bem forte, quando Lupi aparece à procura do pai, que nesse momento já está dormindo no sofá. Tenso, o professor de informática confessa que é complicado viver com uma pessoa alcoólatra na mesma casa, pois todos acabam adoecendo juntos. Ele explica que todos se sentem culpados e responsáveis pela fraqueza de Alceu, embora ninguém tenha culpa. Genaro lamenta toda essa situação e, junto com Lupi, leva Alceu para casa.

A cena está prevista para ir na próxima segunda-feira (16)

Do R7.