
Para começar, gostei da escolha dos seis protagonistas. Sophia Abrahão, Mel Fronckowiak e Lua Blanco estão ótimas e conseguem escapar de alguns exageros do texto. Entre os rapazes, Arthur Aguiar é o que se sai melhor como o alcoólatra Diego. Já Chay Suede, revelado no Ídolos 2010, tem carisma, mas pouco talento dramático. Mesmo assim não faz feio. Por ironia do destino, Micael Borges é o mais experiente deles, já que estrelou a temporada 2009 de Malhação (a mesma de Bianca Bin, Humberto Carrão, Daniel Dalcin, Jéssika Alves, Jonatas Faro, Mariana Rios, Carolinie, Caio Castro, Johnny Massaro e Amanda Richter), só que não tem o mesmo rendimento de seus colegas. Até agora ele não convenceu como o revoltado Pedro. Já no núcleo adulto, Luciano Szafir está fraquíssimo e devia desistir de vez da carreira de ator, porque já está ficando constrangedor… Mas gosto de Adriana Garambone, Cláudia Lira, Edwin Luise, Cristina Mullins e Floriano Peixoto. Já a novata Rayana Carvalho é a sensação da novela, na pele da invejosa, mesquinha e linda Pilar, uma jovem vilã como há muito tempo não víamos na TV.


Esperta, Margareth Boury tem usado recursos atuais, como as mídias sociais, para atrair a garotada para sua novela. Se tudo der certo, Rebelde deverá ter longos 222 capítulos e ela precisará de muito talento para alimentar tanto assunto e driblar os clichês, já que não dá para escapar totalmente deles. A emissora ambiciona até mesmo dobrar esse número, caso o retorno (publicitário e de audiência) seja o esperado. Espero que eles alcancem seus objetivos, já que, quando mais sucesso as produções da Record fizer, mais irá obrigar a Globo & cia a desenvolverem projetos melhores. E, com a concorrência acirrada, quem lucra é o público. Com Bela, a Feia – a adaptação de Betty, a Feia – a Rede Record fez bonito do começo ao fim. Torço para que a experiência com Rebelde seja extramente positiva também. Estou de olho!
Crítica de Jorge Brasil para o Blog TV da Contigo!






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